Anna Lou Olivier Nacional

Portal Anna Lou Olivier (Lou de Olivier)
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Anna Lou Olivier destaca-se em diversos segmentos artísticos. Confira!

Anna Lou Olivier (Lou de Olivier) é pioneira da TV brasileira e da Música mundial, foi a primeira criança a gravar um vinil profissional com apenas dois anos e nove meses e lançá-lo ao completar três anos de idade

Após um acidente aos 16 anos, desenganada pelos Médicos, Anna Lou teve que pesquisar sozinha (com ajuda de amigos que liam para ela) e, a partir daí dividiu-se entre as Artes e a área Terapêutica. Nesta página mostramos um resumo de sua produção em Artes.  Ao lado, foto da entrega de seu primeiro troféu, que recebeu aso quatro anos de idade das mãos de Canarinho. 




Mais um destaque na TV brasileira.

Anna Lou Olivier ficou mais conhecida como Cantora na década de 60, por seu pioneirismo na Música brasileira e mundial, mas ela também se destacou em diversas modalidades de dança (que iniciou antes dos 3 anos de idade). No início da década de 80, fazendo novela e muitos comerciais de TV, Lou lançou a moda das unhas longas pintadas uma de cada cor e ainda na década de 80 lançou também os desfiles de moda com gordinhas, baixinhas e pessoas com deficiência física. Lou, portanto, revolucionou os palcos e passarelas do Brasil e Argentina. Lou também foi responsável pela conquista do DRT para ela e para todos da sua Faculdade de Artes Cênicas (antes este registro só era dado aos alunos da ECA/EAD USP) ou a quem passasse por exames de banca no Sated. Lou mudou  esta realidade para muitos formandos da Faculdade Marcelo Tupinambá e abriu possibilidade de outras faculdades e escolas técnicas reconhecerem seus cursos.  Ao lado, alguns dos muitos momentos de sua dança em palcos de teatro e TV.  Os maiores destaques em Musicais (ou teatro musicado) foram "Calor do sol em Manhattan" (como Bailarina, Coreógrafa, Diretora e Produtora) e  "Oi vento, tudo bem?" com Direção de Célia Helena.





 O TEATRO DE LOU DE OLIVIER

Lou também se destaca como Dramaturga, inclusive consta como Dramaturga e Escritora em livros oficiais como
 
Enciclopédia de Literatura Brasileira - Volume I, Livro Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos - Destaques e Personalidades, Dicionário de Mulheres entre outros.

Para quem gosta de assistir, é tudo o que se espera de uma boa peça teatral: as comédias são muito engraçadas e fazem rir de verdade, os dramas são muito profundos e nos fazem refletir sobre nós mesmos e chorarmos, se ainda pudermos. Mesmo que apenas como leitura, vale a pena conferir e imaginar as cenas, como se estivessem sendo vividas por atores, já que as marcações são ricas e cheias de detalhes. Algumas destas peças já são famosas, montadas por diversos grupos, no Brasil e na Europa, mas, ainda assim, são textos fáceis de se encenar, sem grandes investimentos. As mais conhecidas e premiadas são "Os Alienados" (Brasil) "Os Alucinados (Portugal) (comédia reflexiva) e "Cinderela que não era Bela porque era Branca demais". O mais difundido, Projeto Vampirinho Vegano que inclui peças teatrais, vídeos, desenhos animados, e-books entre outros. Os destaques são: "Nunca em Los Angeles" (tragicomédia de época/costumes) e "O último Planeta" (inédito). Ao lado, alguns videos das melhores produções:




Os Alienados: (em Portugal foi montada com o titulo "Os Alucinados")

No Brasil já teve varias montagens de sucesso em diversas capitais, sendo premiada e muito elogiada pelo publico e pela critica. Esta é uma comédia escrita em 1998, mas, infelizmente, seu tema continua atual... Tão atual e aplaudido por sua versatilidade, que vários grupos profissionais e amadores já montaram o texto com grande sucesso, desde 1999, por todo o Brasil e em Portugal. O texto retrata, com humor, a alienação provocada pelas novelas e programas mais assistidos na atualidade e, para evitar qualquer mal-entendido, não há um canal específico sendo satirizado e, sim, uma mistura do que se assiste em todas as emissoras. A personagem principal, Vilma, sofre de um certo grau de alienação, que, na prática, faz com que o mundo desabe ao seu redor, sem que ela perceba, pois, o que realmente importa, é a "minha novela".

Esta peça ficou em cartaz em 2012 em Fortaleza - CE - Brasil, antes disso foi sucesso em diversas cidades brasileiras e em Portugal, onde foi encenada com o título "Os Alucinados". Atualmente 2018 está em fase de ensaios para reestreia.




Três contos que eu vou te contar: (A Cinderela que não era Bela porque era Branca demais)  

Escrita em 1982, encenada pela primeira vez em 1985, desde então ja teve diversas montagens em diversas cidades/capitais brasileiras ganhando muitos prêmios e encantando a todos adultos e crianças por onde passou nestes trinta e quatro  anos de sua criação. Uma sátira aos contos de fadas, que mostram uma realidade completamente distorcida, ensinando que a solução para tudo é se casar com o príncipe e ser feliz para sempre... É óbvio que as crianças do passado até podiam se convencer disso, mas, atualmente, com a carga de informações que recebemos o tempo todo, parece incrível que um conto de fadas ainda consiga prender a atenção de alguém por mais de cinco minutos, a menos que receba esta roupagem atual, debochada, criticando a falsidade de tais estórias. Neste texto, uma coisa puxa a outra, tudo que deveria acabar bem, desanda minutos após, as princesas ficam velhas, os príncipes ficam decrépitos, existe morte e continuidade.

Em cenas engraçadíssima, a peça ensina conceitos de boa alimentação, cuidados, integração familiar... e muito mais.
Ao lado cenas da peça encenada no teatro Juca Chaves e entrevistas concedidas ao Programa Giro Brasil de Yasmin Amaral 

Outras peças teatrais de Anna Lou Olivier que se destacam

Nunca em Los Angeles

Este texto, escrito em 1999, é uma tragicomédia(de época/costumes) que, além de questionar vários temas, fornece uma verdadeira aula de História do Brasil e da Inglaterra, mostrando a formação dos dois países e as grandes diferenças entre as duas culturas. Ainda mostra a condição de vida efêmera e a insignificância do ser humano diante de uma força superior que parece reger a tudo. E o melhor (ou pior?) é que todos estão sujeitos a essa subordinação, desde o mais simples indigente, até o grande astro de Hollywood...

Siga aquele voto! (cinema/teatro)

Você está quieta em sua casa, voltou da boate quase de manhã cedo, depois de cantar a noite toda. A campainha toca, você atende, descabelada: é sua sobrinha ingênua, que veio do interior, sem avisar e vai te criar um caminhão de problemas, pois vai se enrolar com o alienado guarda-costas do candidato a deputado de primeira viagem, que cismou de se apaixonar por você, mas sua sobrinha acaba sendo seqüestrada justo pelo mafioso Damião Rizzotto, que leva a infeliz para um galpão abandonado. Rolam todos os clichês, toda a bobagem possível e imaginável, mas sua sobrinha acaba livre de novo, todo mundo encontra o príncipe encantado e o candidato ganha a eleição. A diferença é que este texto é um filme, tem até bicicleta rolando a ribanceira e pegando fogo, um verdadeiro dedo no olho! 


Cacos da minha vida... (Ou "O que eu falo não se escreve, o que escrevo não se fala") Texto Inédito

Looser Wood não é apenas um ator sem talento, ele é um grande azarado. Alguém que consegue sofrer os mais bizarros acidentes, ter os mais esdrúxulos ataques e, obvio, sempre desempregado. Casado com Patty, uma bem sucedida atriz de novelas, recentemente contratada para protagonizar a próxima novela, porém com tantas despesas para arcar sozinha, acaba meio desanimada e Looser sente-se um inútil, por isso faz tudo para ajudá-la, até ensaia com ela cenas da novela que se tornam hilárias com sua interpretação e continua batalhando um emprego. Freqüentador assíduo do Hospital das Mímicas que o socorre sempre que necessita, desenvolve cenas engraçadíssimas no hospital e fora dele, devendo admitir que o socorro, às vezes, lhe é negado. Depois de muitas tentativas frustradas de emprego, depois de explodir a casa tentando produzir trufas para vender, de ir parar varias vezes no hospital e até ser preso, ele termina no paredão do Big Brother... da Bósnia...


Antes rico com saúde, que pobre com diarreia (na decadência do samba) (escrita em 1985)

Eles são os maiores fabricantes de figo em lata do Brasil, uma família que tem dinheiro saindo pelo ladrão, mas o marido, Fausto, vive se encharcando de remédio; a esposa, Olga, cheia de amor para dar, inventa mil e uma desculpas para seduzir Rogério, o cabeleireiro que finge ser gay para agarrar a patroa. Ainda tem um monte de figuras de museu, do tipo do Carlinhos Fire Punk (um dos namorados de Katiuscia, filha de Olga), Bobby Kent (o repórter), Roger Chan (médico chinês e lelé) e ainda a Marcina, a empregada, que fala palavrões e bobagens o tempo todo, inclusive, deveria ser ela a personagem principal, já que o texto todo é um deboche e um pastelão do começo ao fim. Dá para deslocar o maxilar de tanto rir, mas não acrescenta nada ao futuro da Humanidade.


A Família Panetone: (escrita em 1986)

Este é um texto que fala de mais uma família italiana, vivendo no Brasil, porém esta peça difere das comédias comuns, pois os fatos em si chegam a ser dramáticos, em certos momentos. Engraçada, é a maneira da Família Panetone encarar os problemas que, em outras famílias, seriam desesperadores. De resto, é um pastelão igualzinho a tudo que já se fez em matéria de italianos espalhafatosos, comilões, lelés de todo naipe, que tentam viver numa terra esquisita, onde os nativos comem arroz e feijão, em vez de pasta. Some a isto um filho alienado, outro filho, tarado, uma mãe escandalosa e um pai apaixonado pela modelo de revistas internacionais Vera Eduarda. Só podia dar no que deu!


Festival do besteirol:

Uma comédia autobiográfica , onde Lou de Olivier se permite mostrar os subtextos de suas obras e de sua vida, um desabafo em cena, falando sobre a impossível tarefa de se fazer entender completamente. Na realidade, o texto cômico, mais uma vez, esconde os dramas pessoais da autora e apenas comprova que o artista mais triste do circo todo é o palhaço, que ri, faz rir, mas que simplesmente extrai a comédia da tragédia. Vale a pena conferir, não só pelo texto em si (bilíngue, escrito em Português e Bobagem), mas, também, por trazer os bastidores de todo o trabalho da autora. Como se trata de uma comédia (ao menos, a autora morre de rir, lendo seu próprio texto), é de se supor que o público rirá também. Ou não, já que se trata de besteira pura. Leia (ou encene) por sua conta e risco! 


S.O.S. Anta Laranja: (escrita em 1985)

Esta peça teatral musical infantil foi criada em 1990, para comemorar um único aniversário. Mas fez tanto sucesso, que acabou em temporada por seis meses e, após, foi montada outras vezes, sempre com grande sucesso. Ela fornece informações sobre Ecologia, portanto, orienta as crianças, além de diverti-las. Note que é um texto escrito na época em que a destruição da Terra ainda era tratada de forma poética. Hoje, como a mídia já trata claramente a situação do mundo como a tragédia que é, depende do diretor cênico a opção por situar melhor o assunto, atualizando-o, conforme o público, trazendo a questão para a realidade das crianças, incutindo formas delas participarem da defesa do meio ambiente.


Cabalá (Kabbalah) A arte de receber e doar

Cabalá (Kabbalah) é uma filosofia de vida que nos torna mais justos mais solidários e mais conectados ao nosso Criador mas tem sido divulgada e entendida de forma deturpada por isso estas cenas orientadoras foram escritas e dirigidas por Lou de Olivier especialmente para o evento de Doroty Dimolitsas no Centro Cultural Vergueiro (São Paulo) em 2013. Mas o sucesso foi tão grande que estas cenas passaram a integrar uma nova produção ainda inédita de Lou de Olivier: O último planeta.... Em breve novidades aqui sobre mais esta produção. 

O último Planeta

No princípio, tudo era água... No final foi o fogo a consumir tudo... Entre a água e o fogo, entre o princípio e o final, entre o alpha (aleph) e o ômega (tav) ... eles passaram pelo planeta... Ela tinha a liderança intelectual e a evolução espiritual, ele tinha a força física e o exato biotipo, juntos, trariam uma nova era, um novo ser, uma nova direção para a humanidade... Ela o procurou anos e anos até que, desanimada, desistiu de procurar...foi quando ele, enfim, surgiu. Reanimada, ela deixou renascer seus sonhos, desejos e ideais... mas... havia outra em seu lugar. Ele se confundira, elegendo outra como sendo ela... Ela precisava provar que era a verdadeira enviada, a destinada àquela missão, mas o prazo estava se esgotando e o tempo corria cada vez mais rápido... Foi quando ela percebeu que...

Saiba mais em: “O último planeta”

Eu inteiro, metade de mim: (escrito em 1978)

Este foi o primeiro texto teatral escrito por Lou de Olivier, quando tinha apenas dezesseis anos. Na ocasião, havia sofrido uma anoxia por afogamento e começou a escrever para treinar a memória; Acabou criando um drama psicológico musicado, riquíssimo em detalhes cênicos e forte demais para sua pouca experiência de adolescente. Impressionantemente, todos os elencos, que ensaiaram esse texto em caráter experimental, amador e profissional, em algum ponto dos ensaios, voltaram-se a questionamentos introspectivos, achando-se incapazes de levar adiante tamanho drama interior; todos os grupos entraram em conflito com suas personagens, interrompendo a montagem antes da estreia. Acreditamos que o momento de sua estreia ainda não chegou, assim como, os atores certos ainda não leram esse texto. Quer tentar ser o diretor/produtor que levará esta peça à estreia? Contate-nos, clique aqui


Solua, o vampirinho vegano 

(Um vampiro vegano foi a novidade que Lou de Olivier trouxe em 2010/2011)

Com o slogan "Um vampiro diferente que vai conquistar você!", Solua,o vampirinho vegano, de fato, conquistou a todos. Já nasceu forte, com a intenção de ser multimídia e, apesar de alguns contratempos inciais, seguiu em e-books, desenhos animados (produzidos por Lou de Olivier sozinha), camisetas distribuídas para as crianças,  peças teatrais e, entre outros eventos, uma mega-apresentação teatral vegana que reuniu seis cias teatrais apresentando-se simultaneamente em seis cidades brasileiras com coordenação geral de Anna Lou Olivier (Lou de Olivier). Esta mega-apresentação foi assistida, a princípio, por duas mil crianças e duzentos adultos na forma presencial e, atualmente, está ao dispor na Internet em vídeos de ensaios e apresentações. Confira alguns vídeos e desenhos animados

Vampirinho Vegano

Resumo do projeto e dos e-books

Desenho animado
Vampirinho vegano em

Sem testes em animais

Desenho animado
Vampirinho vegano em

Ouvindo os animais

Desenho animado
Vampirinho vegano em 

Plantando uma nova consciência

Desenho animado
Vampirinho vegano em 

O que vegano come?

Mega apresentação

Vídeo de apresentação inicial

Mega-apresentação

Primeiro ensaio em São Paulo

Mega-apresentação

Agradecimentos

Mega-apresentação sintese
Outros vídeos do vampirinho e sobre veganismo, clique aqui